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qualquer coisa que eu escute, lenine, elis, chico, milton; e que eu veja, um menino segurando a mão da avó, pastilhas na prateleira do caixa rápido, criança roendo unha no ônibus; e que eu leia, caio fernando, quintana, lispector, nazarian, me fazem lembrar o gosto vermelho do cheiro que só, e apenas, o vão da tua nuca consegue ter.
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qualquer coisa lembra você, porque, em mim, você está sendo meio que um pouco de tudo. de todos os sentidos possíveis, em todos eles. graças aos céus por você ser real.
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nosso amor já quase sabe escrever e ler. já sabe criar.
e ainda há de aprender a viver.
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Um comentário:
que lindo. :)
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