quinta-feira, 6 de junho de 2013
meu estômago está em uma reviravolta só. nem embrulha direito, nem desembrulha, mas roda, roda, treme, treme, e enche. parece até que ele entende que sou exatamente a mesma garotinha, agora um pouco mais doída, mas mais honesta. estamos, então, eu e meu estômago, nos acostumando agora. deveria avisá-lo que não sou exatamente fácil, embora pareça muito. eu mato minhas próprias baratas, eu abro meus próprios potes, minhas próprias garrafas. não preciso de você pra isso. e, na verdade, não preciso de muito coisa além de café, cafuné, um dia ou outro acordar junto e verdades. hoje eu vejo que vou passar um tempo sem conseguir ficar muito tempo abraçada, sem conseguir dizer coisas bonitas de primeira, sem concordar com tudo o que o novo alguém irá dizer. e talvez nunca passe. ao mesmo tempo não espero que você concorde comigo, não me importo, e na verdade vou estranhar muito se isso acontecer. aprendi a não me enfiar em barca furada, não correr risco de vida, não fingir absolutamente nada. pode até ser que eu me preocupe, que eu exagere, que eu fique brava com atraso sem aviso, que eu te largue pra lá e tantas outras coisas. de certeza? só que eu não vou ficar, nunca mais. não vou conseguir ficar mole logo, vou fazer comentários rasgados, ser irônica, mas continuarei doce, e continuarei não sendo capaz de mentiras e funcionando no modo: "não quer saber? não pergunte. e, por favor, se eu quiser falar, me ouça". para o novo alguém, adianto que não acredito em nada sem conversa e só vou ficar se conseguir ver verdade em você. não tenho nada pra pedir. vou ouvir tudo em troca de apenas histórias. e pronto.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário