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não era simplesmente um simples baile de máscaras...
era uma festa da corte francesa no século XVIII. e todas as redundâncias, aqui, se tornam adequadas.
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"uma vez me deram sérios conselhos sobre catherine. primeiro: que enquanto eu pudesse deveria fazer de tudo para me manter longe dela; segundo: acreditar que os olhos dela eram letais e por isso evitá-los; e terceiro: jamais, em hipótese alguma, desafiá-la... ao lembrar das instruções tive que rir. pra mim ela parecia uma garota, doce e frágil, a me olhar com intensa curiosidade, o que normalmente acontecia, sendo eu o marquês mais mal falado da sociedade. e duvido muito que alguém imaginasse que eu tivesse outra ambição além de vestir-me como um dândi, viver como um lord e ir para cama com todas as mulheres da sociedade. mas ninguém podia negar o meu sucesso. e todos procuravam a minha companhia."
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...
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- vou falar com ele.
- por favor catherine! não faça isso. o marquês não é uma pessoa de boa reputação.
- não me importo com isso. até onde sei também não sou uma pessoa de boa reputação. - assim sai andando e fui até o marquês. ele era um homem alto, aristocrático, de cabelos negros levemente ondulados e olhos castanhos.
- olá - disse a ele quando parei a seu lado e ele me olhou nos olhos por um longo momento antes de dizer...
- olá. onde está seu noivo?
- noivo? meu noivo? creio que esteja cometendo um erro, sr. du valle.
- não estou cometendo erro algum, cara condessa. falo sobre seu noivo, o filho do lorde edgard. - não consegui reprimir o riso.
- não sou noiva. vitório e eu somos apenas amigos. - o marquês me olhou com certa ironia
- entendo. - estava louca para falar alguma coisa, mas simplesmente não sabia o que dizer. sabia que ele tinha se separado, mesmo assim pedi.
- onde está sua esposa? eu gostaria muito de conhecê-la.
- estou separado.
- e pretende casar novamente? - fernand du valle me olhou com seriedade.
- estou sendo submetido a um interrogatório?
- desculpe. eu estava apenas curiosa.
- não sei se quero casar novamente.
- porquê? - ele me olhou aparentemente irritado por eu ter continuado a fazer perguntas. a curiosidade, com certeza, sempre foi o pior dos meus defeitos.
- porque mulheres são todas interesseiras. - por um momento quase me senti ofendida com o comentário, mas depois sorri.
- julga muito mal as mulheres, marquês.
- creio que sua opinião sobre os homens não seja muito diferente, condessa, porque, no entanto, continua solteira.
- tenho motivos bastante diferentes dos seus para não querer me casar.
- e posso saber quais são esses motivos?
- não. - quando disse não ele virou-se e me fitou intrigado.
- chega aqui e me faz varias perguntas e eu lhe respondo, agora quando lhe peço alguma coisa, você se nega a responder?
- respondeu porque quis, senhor. não o obriguei a nada. - o marquês sorriu:
- não costumo dançar com damas tão mais novas do que eu, mas hoje vou abrir uma exceção.
- não o convidei para dançar, senhor.
- mas eu a estou convidando.
- não me pareceu um convite.
- tudo bem, aceita dançar comigo, condessa?
- aceito.
era uma festa da corte francesa no século XVIII. e todas as redundâncias, aqui, se tornam adequadas.
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"uma vez me deram sérios conselhos sobre catherine. primeiro: que enquanto eu pudesse deveria fazer de tudo para me manter longe dela; segundo: acreditar que os olhos dela eram letais e por isso evitá-los; e terceiro: jamais, em hipótese alguma, desafiá-la... ao lembrar das instruções tive que rir. pra mim ela parecia uma garota, doce e frágil, a me olhar com intensa curiosidade, o que normalmente acontecia, sendo eu o marquês mais mal falado da sociedade. e duvido muito que alguém imaginasse que eu tivesse outra ambição além de vestir-me como um dândi, viver como um lord e ir para cama com todas as mulheres da sociedade. mas ninguém podia negar o meu sucesso. e todos procuravam a minha companhia."
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- vou falar com ele.
- por favor catherine! não faça isso. o marquês não é uma pessoa de boa reputação.
- não me importo com isso. até onde sei também não sou uma pessoa de boa reputação. - assim sai andando e fui até o marquês. ele era um homem alto, aristocrático, de cabelos negros levemente ondulados e olhos castanhos.
- olá - disse a ele quando parei a seu lado e ele me olhou nos olhos por um longo momento antes de dizer...
- olá. onde está seu noivo?
- noivo? meu noivo? creio que esteja cometendo um erro, sr. du valle.
- não estou cometendo erro algum, cara condessa. falo sobre seu noivo, o filho do lorde edgard. - não consegui reprimir o riso.
- não sou noiva. vitório e eu somos apenas amigos. - o marquês me olhou com certa ironia
- entendo. - estava louca para falar alguma coisa, mas simplesmente não sabia o que dizer. sabia que ele tinha se separado, mesmo assim pedi.
- onde está sua esposa? eu gostaria muito de conhecê-la.
- estou separado.
- e pretende casar novamente? - fernand du valle me olhou com seriedade.
- estou sendo submetido a um interrogatório?
- desculpe. eu estava apenas curiosa.
- não sei se quero casar novamente.
- porquê? - ele me olhou aparentemente irritado por eu ter continuado a fazer perguntas. a curiosidade, com certeza, sempre foi o pior dos meus defeitos.
- porque mulheres são todas interesseiras. - por um momento quase me senti ofendida com o comentário, mas depois sorri.
- julga muito mal as mulheres, marquês.
- creio que sua opinião sobre os homens não seja muito diferente, condessa, porque, no entanto, continua solteira.
- tenho motivos bastante diferentes dos seus para não querer me casar.
- e posso saber quais são esses motivos?
- não. - quando disse não ele virou-se e me fitou intrigado.
- chega aqui e me faz varias perguntas e eu lhe respondo, agora quando lhe peço alguma coisa, você se nega a responder?
- respondeu porque quis, senhor. não o obriguei a nada. - o marquês sorriu:
- não costumo dançar com damas tão mais novas do que eu, mas hoje vou abrir uma exceção.
- não o convidei para dançar, senhor.
- mas eu a estou convidando.
- não me pareceu um convite.
- tudo bem, aceita dançar comigo, condessa?
- aceito.
Um comentário:
darling...
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