quarta-feira, 13 de maio de 2009

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sabe, extremismo é uma das coisas que quase sempre nunca sei quando usar. porém, tratando-se dela, sempre sempre parece muito pouco. aquele alguém, aquela logo ali, que possui as mesmas linhas de humor, os mesmos problemas estanhos, o mesmo se chamar, as mesmas visões, previsões. e é assim a tanto. assim, igualzinha a mim, só que diferente. aquela onde nada existe, porque existe tudo. e tudo existe, porque não há mais nada. alguém por quem nutro belos, duradouros sentimentos de admiração, proteção, vindos do fundo do peito de uma pesssoa que pensa não ter aprendido a amar direito ainda, mas tenta. assim como todos, ou ninguém.
pelo menos, como nós duas.
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2 comentários:

Sofia Borges disse...

Nossa este texto seu, me fez um "momento flash back" numa aula de literatura, sobre o Gil Vicente... Adorei. Beijos, bom fds ;*

Fernanda. disse...

juro. pra mim você na engenharia é decantar o que é lúdico num sólido geométrico! vê? difiícil. por isso mesmo que gosto de ler quando você escreve!