sexta-feira, 9 de outubro de 2009

ª.

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eu bem que já tentei não ser isso. tentei me deixar levar com todas essas epidemias que se encontram por ai. mas sou imune a tudo que minha pele rejeita. tem que correr no sangue, percorrer as veias, e, por fim, fazer pulsar o coração. é que pessoas banalizam sonhos, fazem pouco dos esconderijos... e me vi criando uma personagem, para guardar em lugar seguro o sentimento puro. e esta se adaptou tão bem, mas tão bem, que o sangue que percorre minhas veias, antes passa pelo coração de personagem, que, assim como o outro, rejeita tudo aquilo que não esteja no sangue, daí, fica fácil manter a imagem de fria, não-tocada. e que assim seja.
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quando valer a pena, dois corações serão pouco.
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Um comentário:

andré disse...

dá medo essa profundade com a qual você diz se conhecer.