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eu talvez seja a manipulação constante dos meus próprios ciúmes. é bem verdade que eu mesma acho às vezes que o que digo e o que faço é estranho e imutável, talvez mutável demais até, talvez de uma mediata imediatice. não sei ao certo o que é ou o que não é ou o que deixa de ser. mas eles incomodam. assim como ela e como as saudades todas. me apego a esperança de que talvez haja uma fuga, e o ridículo esteja apenas nas cartas de amor. e toda essa coisa é bem ridícula justamente por não ser nada nada nada ridícula, então eu sorrio. e é por mim que boicoto a face. dissimulo. é por mim que tento esquecer ciúmes e medos. no entanto, sou ciúme e medo constante, como se não pudesse ser a não ser ser isso.
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era uma vez uma garotinha de tranças e nariz redondo. ela chorava e queria ser bailarina. só que fez-se constante e eterna a sua total falta de postura.
era uma vez uma garotinha que gostava de rir. eu gosto de rir. os joelhos ralados dizem mais do que eu poderia e gostaria. e gostaria dos pequenos por perto agora. e gostaria da magia das férias dos pequenos por perto agora.
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definitivamente,
essa manutenção constante desses ciúmes não enxerga nada.
nada bem.
eu talvez seja a manipulação constante dos meus próprios ciúmes. é bem verdade que eu mesma acho às vezes que o que digo e o que faço é estranho e imutável, talvez mutável demais até, talvez de uma mediata imediatice. não sei ao certo o que é ou o que não é ou o que deixa de ser. mas eles incomodam. assim como ela e como as saudades todas. me apego a esperança de que talvez haja uma fuga, e o ridículo esteja apenas nas cartas de amor. e toda essa coisa é bem ridícula justamente por não ser nada nada nada ridícula, então eu sorrio. e é por mim que boicoto a face. dissimulo. é por mim que tento esquecer ciúmes e medos. no entanto, sou ciúme e medo constante, como se não pudesse ser a não ser ser isso.
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era uma vez uma garotinha de tranças e nariz redondo. ela chorava e queria ser bailarina. só que fez-se constante e eterna a sua total falta de postura.
era uma vez uma garotinha que gostava de rir. eu gosto de rir. os joelhos ralados dizem mais do que eu poderia e gostaria. e gostaria dos pequenos por perto agora. e gostaria da magia das férias dos pequenos por perto agora.
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definitivamente,
essa manutenção constante desses ciúmes não enxerga nada.
nada bem.
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era uma vez um nó cego em meio às tranças.
era uma trança, uma trama.
era um medo.
era fatal.
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e eu era chata.
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Um comentário:
essas suas observações sobre você mesma são intrigantes, cara colega.
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