pouco se sabe. muito pouco. logo, toma cuidado. ou nem toma, já que sempre muito pouco se saberá. o jeito mesmo é ir. mas, toma cuidado. homem é mel, e é fel. é fel, mas é mel. o "mas" e o "e" são as meias e a cueca, e esqueça toda aquela idéia do respectivamente.
homem "equivale à" não valendo e valendo. homem equivale à homem. sem essa de criar as metáforas mais belas. homem é o mesmo que homem, nada mais.
vezes surgem rosas, vezes palavras murchas. o truque, porém, está em pegar, pois, essas palavras, e jogá-las no cemitério da essência feminina.
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enquanto isso, aproveita as flores que disfarçam seputuras de beijos longos, saias curtas, e batons que jazem felizes. porque, se for de amor, o morrer é até doce.
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homem "equivale à" não valendo e valendo. homem equivale à homem. sem essa de criar as metáforas mais belas. homem é o mesmo que homem, nada mais.
vezes surgem rosas, vezes palavras murchas. o truque, porém, está em pegar, pois, essas palavras, e jogá-las no cemitério da essência feminina.
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enquanto isso, aproveita as flores que disfarçam seputuras de beijos longos, saias curtas, e batons que jazem felizes. porque, se for de amor, o morrer é até doce.
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Um comentário:
se for de amor, amor, morrer é um gracejo ao tempo e ao vento. é o êxtase, o lançar vôo.
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