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as palavras tristes, sempre tão doloridas.
banidas estão do papel.
pois, quando lidas, tornavam-se feridas
latentes, e nunca notadas.
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hoje a caneta filtra o que o coração sente.
sem perder o sentido.
é a mesma canção, só que em outro ritmo.
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sexta-feira, 20 de março de 2009
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2 comentários:
poesia para os meus ouvidos,
literalmente
...e subjetivamente,
simultaneamente
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