quinta-feira, 2 de abril de 2009

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e por não saber despedir
alguns me são tempo tão rente que não mais penso, os trago na carne.
intransferíveis.
incoaguláveis.
sorrisos de maré em cheia,
e textos sem margens.
um eu-luz, invertido, em mímicamiragem
espelho,
para quem aceno e me digo adeus.
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eu bem sei,
me protegem teus santos ateus.
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2 comentários:

. disse...

mentira.

Sofia Borges disse...

este é um tipico poema que cai nas minhas provas de literatura! achei lindos os versos! beijos ;*