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ele:
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um “vanguardista” radical
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fala de coisas que ninguém entende direito, ouve coisas que ninguém entende direito, faz coisas que ninguém entende direito. perfeito. o meu babaca. pode ser facilmente encontrado nos cantos obscuramente desconhecidos. para variar, odeia tudo o que cheire a popular, comercial, que, segundo ele, não passa de contaminação nãosseiquê vulgaridade. passa o dia inteiro a procurar coisas. e quase sempre não produz. sai religiosamente, quase sempre em bando, um bando de cada-uns. cada um único, inconfúndivel, e redundantemente redundante. bebe e fuma o que venha a desligá-lo, ou ao menos anestesiá-lo do real, e, vez ou outra me deixa sozinha, parada, perdida, um nada.
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eloquentemente bem dotado, o que, nele, torna-se absolutamente necessário: não deve ter muita coisa que ele não saiba. ou saiba.
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ele:
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um “vanguardista” radical
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fala de coisas que ninguém entende direito, ouve coisas que ninguém entende direito, faz coisas que ninguém entende direito. perfeito. o meu babaca. pode ser facilmente encontrado nos cantos obscuramente desconhecidos. para variar, odeia tudo o que cheire a popular, comercial, que, segundo ele, não passa de contaminação nãosseiquê vulgaridade. passa o dia inteiro a procurar coisas. e quase sempre não produz. sai religiosamente, quase sempre em bando, um bando de cada-uns. cada um único, inconfúndivel, e redundantemente redundante. bebe e fuma o que venha a desligá-lo, ou ao menos anestesiá-lo do real, e, vez ou outra me deixa sozinha, parada, perdida, um nada.
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eloquentemente bem dotado, o que, nele, torna-se absolutamente necessário: não deve ter muita coisa que ele não saiba. ou saiba.
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ela:
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ela:
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uma "desbocada" doce
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bastante bonita, para começar. consideravelmente normal, também. anda com um tipo quieto e discreto de gente, e parece viver sem muito esforço. assim bem fluida, quase viscosa, se assim podesse ser sem soar ruim. constantemente, faz-me culpado. é que de tão comum, vez em quando esqueço ela, inteira. para depois me arrepender em beijos, feitos e tatos. é inteligente. não sei quanto, algum parâmetro a cima da média. quando brigamos, ela xinga. quando não, também. porra, merda, caralho. meu amor mal criado que se desfaz em palavrões, enquanto eu sempre quieto, olho não sei pra onde, meio perdido em pensamentos que sempre convergem nos peitos dela.
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fala baixinho quando ama, pedindo desculpas pelo que não faz.
bastante bonita, para começar. consideravelmente normal, também. anda com um tipo quieto e discreto de gente, e parece viver sem muito esforço. assim bem fluida, quase viscosa, se assim podesse ser sem soar ruim. constantemente, faz-me culpado. é que de tão comum, vez em quando esqueço ela, inteira. para depois me arrepender em beijos, feitos e tatos. é inteligente. não sei quanto, algum parâmetro a cima da média. quando brigamos, ela xinga. quando não, também. porra, merda, caralho. meu amor mal criado que se desfaz em palavrões, enquanto eu sempre quieto, olho não sei pra onde, meio perdido em pensamentos que sempre convergem nos peitos dela.
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fala baixinho quando ama, pedindo desculpas pelo que não faz.
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