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vamos. melhor, fiquemos. indiferente a sequências. vamos, o mesmo compasso marcado, nem forte nem fraco. vamos, silêncio. que hoje não sou nem feliz nem triste, e é provavelmente a melhor coisa que me aconteceu. tem um quê de sono, este isto. o gosto de preguiça que se aprisiona em minha boca e é só isso o que eu sei dizer. eu que nem falo agora, só sigo o caminho. deixando pensamentos à deriva, inacabados, bonitos como vidro'quebrado. que não brilha: é pó transparente pisado no asfalto. e de repente me vem vontade de frases grandes, sem pausas nem escrita. seguir falando, transcrevendo a rua inteira. aleatoriedade pura. há pouco quis meu amor. respirá-lo o beijo. é assim que beijo: respirando. atente: não é suspiro, só respiro. o ar entra, o ar sai, e eu fico. não sei se é por causa do movimento, mas definitivamente, não me concentro. assunto atrás de assunto faz-se frágil, concorda? quebra, some de mim. linearidade não é um dos meus pontos fortes, que nem são tantos e nem tão fortes. quem exigir contínuo, que ouça uma música. não tive que resistir, um sobreaviso me esqueceu e deixou isto. banalidades. por favor, porque o coração agüenta pouco, e este mormaço é bom demais pra ser desmanchado. ou manchado. puro ócio. fatal, também. aquele que queria inspiração, fí-lo frustrado. pois isto é tão seco, e acaba a assim, rimadamente esturricado.
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Um comentário:
lembrei do teddy, do nenhum de nós, e dos dias que você me torturava ouvindo copiosamente esses caras.
eles até podem saber alguma coisa, mas "nessas idas e vindas" o meu amor fortalece, e eu vejo, que, se eles sabem, deve ser muito pouco.
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